Coaching e Desenvolvimento Pessoal

Sobre Realizar Sonhos!

Queridos corações que me sentem,
Ainda ontem era uma menina, ainda ontem tinha tantas dúvidas e procurava tantas respostas.
Ainda ontem as minhas acções eram baseadas em porquês e cobranças.
Ontem o meu abraço não me chegava, a minha companhia não era bastante e a minha opinião não era suficiente.
Quase que consigo ver-te e sentir-te outra vez pequenina.
Hoje com os olhos cheios de orgulho e um coração maior.
Hoje com a alma cheia de sonhos possíveis de realizar.
EU decidi que queria mais, EU caminhei passo a passo, EU lutei para chegar mais longe, ainda que as estatísticas não estivessem do meu lado.
E este EU, não é um super-herói. Este EU não se desenvolveu sozinho.
Este EU foi corajoso o suficiente para pedir ajuda quando precisou, para cair quando o corpo não aguentava mais, para travar lutas internas a fim de ter paz.
Foi neste fim-de-semana que tive a certeza qual seria a minha resposta à pergunta “o que queres ser quando fores grande?”. Quero semear sonhos, em mim, nas pessoas e no mundo em geral. Sonhos criam movimento, sonhos fazem os olhos brilhar e fazem sentir borboletas na barriga. Eu realizei um sonho e percebi que já estava a trabalhar nele há bastante tempo.
No caminho,
Percebi que está tudo bem em vivermos a nossa vida somente com o que nos faz felizes, mesmo que por vezes isso signifique eliminarmos da nossa vida pessoas e situações que naturalmente deveriam fazer parte dela. Aprendi que perdoar ás vezes é fazemo-lo para nós mesmos e que não precisamos permitir que certas coisas façam ou voltem a fazer parte da nossa vida. Aprendi que está tudo bem em seguirmos os nossos instintos desde que o façamos com verdade.
Entendi que ás vezes a vida nos coloca novamente em momentos que nos testam para que possamos perceber se aprendemos aquilo que era necessário.
A vida é uma prova e uma transformação constante. Vamos precisar olhar sempre para dentro para entendermos onde estamos e quem somos no agora.
No nosso caminho devemos apenas permitir que entre e que esteja aquilo que acrescenta e que nos faz estar e viver em paz, mesmo que por alguns momentos o nosso mundo seja abanado. Nesses momentos precisamos parar e pedir ajuda se for preciso. Precisamos clarear a mente.
Parte da (nossa) evolução é aceitar que às vezes o nosso mundo vai ser testado e que vai doer porque todos temos uma história. Mas em consciência aprendi que é nossa a responsabilidade de sermos levados por isso ou fazermos diferente.
Percebi que sempre que falamos com amor, tudo fica melhor. E falar com amor é muitas vezes connosco mesmos.
Que as nossas vidas sejam preenchidas com pessoas bonitas, com pessoas que falam a mesma linguagem (a do amor).
Serei eternamente grata àqueles que me acompanham e que acreditam em mim. A todos aqueles que me fazem ser uma pessoa melhor todos os dias.
Um dia eu decidi que merecia viver a vida dos meus sonhos, e a verdade é que a vivo. Rodeada de sorrisos, de palavras verdadeiras, de emoções e de mais sonhos.
Sou profundamente grata a todos aqueles que me permitem entrar nas suas vidas sabendo que a forma como os poderei ajudar é dizendo-lhes a verdade. Colocando-os fora da zona de conforto. O meu profundo obrigada por me ensinarem com as vossas histórias, com o vosso amor pela vida e por quererem ser mais, fazer mais e ter mais.
Texto de Marta Ramos do COA

 

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Coaching e Desenvolvimento Pessoal

Sobre viver com propósito!

Desde a infância nutrimos curiosidade pelo sentido das coisas. Todos nós, a certa altura, bombardeámos os adultos da nossa vida com perguntas do tipo “”Porque é que o céu é azul?”, “Para que servem as formigas?”, “Onde vão as estrelas e a lua quando é de dia?”. Com o tempo, esse olhar curioso começa a voltar-se para dentro de nós e começamos a querer entender a razão pela qual estamos aqui, qual o nosso papel no mundo e como podemos ser felizes. Procuramos o significado, o significado da vida, o significado da nossa vida.

À medida que o tempo passa e a vida acontece, alguns de nós somos apanhados nas armadilhas de um tempo que corre, de obrigações que se somam e de responsabilidades que nos toldam a curiosidade. Passamos a priorizar a resposta aos problemas do dia-a-dia, a solução de responsabilidades eminentes e esquecemo-nos de olhar para dentro, para a alma. Esquecemo-nos de analisar se estamos a seguir o caminho dos nossos sonhos ou se nos deixámos enredar por uma vida que não era a que sonhámos, mas que foi a que se nos apresentou.

E de repente alguém nos fala sobre propósito de vida. Explicam-nos que descobrir o propósito de vida é descobrir aquilo que amamos, aquilo que nos torna diferentes. É descobrir aquela paixão que pode transformar a nossa vida para melhor, mas também a vida dos que nos rodeiam. Aquela paixão que transforma o mundo e deixa a nossa marca por onde quer que passemos. Falam-nos sobre como encontraram o seu propósito de vida e nós lembramo-nos de olhar para dentro. E é aqui que a angústia começa, que a sensação de que se rema contra a maré se instala e que chega o cansaço. O cansaço de correr e sentir que não se chega a lado nenhum. A dúvida sobre se estamos a fazer o suficiente, se aquilo que fazemos tem algum significado. Questionamos as nossas escolhas, os passos que demos, os sonhos que enfiamos nas gavetas da memória. Já não sabemos bem se aqueles sonhos ainda nos servem ou sequer se eram mesmo os nossos sonhos. Sentimo-nos perdidos. Agarramo-nos a qualquer coisa que nos dê um indício da nossa essência porque de repente quase que já nem sabemos quem somos. O que era já não é, os sonhos de criança já não servem. São muitas dúvidas.

Mas é assim que o caminho começa. Com perguntas. Muitas e cada vez mais perguntas. Com o despertar da mente de principiante que tudo quer saber sem julgamento.

Descobrimos que alguns dos sonhos que tínhamos, hoje não fazem sentido e está tudo bem. Uma das grandes coisas que importa saber sobre o propósito de vida é que ele pode mudar ao longo do tempo e também está tudo bem.

O propósito advém de sabermos quais são os nossos sonhos, de descobrir os sonhos que ainda nos servem, os sonhos que estamos agora a desenvolver. No fundo, descobrirmos quem somos e para onde queremos ir. E vamos, mas vamos passo a passo. Nada se constrói com solidez se for construído no imediato. A expectativa é que seja rápido e maravilhoso, apenas. Mas a realidade é que demora e às vezes também dói. Requer gentileza, aceitação e uma boa dose de perdão. É complexo, mas incrivelmente libertador.

Nunca é demasiado tarde para iniciar este caminho e cada vez são mais as pessoas que necessitam de dar esse primeiro passo.

Eu, como representante do Life Quadrants e a Marta Ramos como representante do COA vamos dinamizar um workshop com vista a apoiar aqueles que pretendem dar este salto de fé. Num dia mágico, carregado de boas energias e muitas dinâmicas, pretendemos guiar-vos nesta viagem pela descoberta do vosso propósito. E dar-vos as sementes que poderão lançar à terra hoje, para que no futuro delas possam colher os frutos e os sabores.

 

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Para que a vida não vos aconteça e sejam vocês a fazer acontecer!

Inscrições

coa.movement@gmail.com

Mais informações:

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Texto de Cláudia da Silva Mousinho

Evento e Parceria com Marta Ramos

Coaching e Desenvolvimento Pessoal

A vida é o que dá vida!

Ainda estou a tentar decifrar quando é que aceitámos tornar-nos marionetas de uma sociedade que somos nós que construímos.

Quantas vezes temos vontade de fazer alguma coisa e deixamos de a fazer porque a sociedade diz que não é correto ou que não se coaduna com o nosso estilo de vida ou extracto social? Quando é que deixámos de ser seres humanos para nos tornarmos robôs? Às vezes paro para pensar nas coisas que, por vezes, deixo ou vejo a deixarem de ser feitas porque alguém vai achar que não é correto. Será que paramos para pensar o que é que nós achamos?

Tantas e tantas vezes, nadei contra a maré e posso dizer-vos que o resultado foi sempre positivo. Não quero com isto dizer que o desfecho de todas as coisas que fiz contra o que a sociedade pensa tenham tido um “final feliz” ou o melhor dos resultados mas o que é certo, é que todas elas me ensinaram alguma coisa. Será que não é isso a que chamamos de viver?

Eu sou feliz quando sigo o meu coração. Eu sou feliz quando tenho conversas que preenchem, momentos que acrescentam, muitas delas com pessoas de que não estava à espera e foi precisamente quando saí da bolha e da zona de conforto que isso aconteceu.

Sempre fui do tipo de desafiar tudo e todos. Sempre fui mais do género de não ligar, ou pelo menos tentar, não ligar ao que os outros pensam. Hoje, paro muitas vezes para pensar sobre como me sinto com as situações e tento obter as respostas em mim. Elas existem dentro de nós. Só precisamos confiar mais, entregar mais. No final o que fica é aquilo que viveste, que sentiste na pele.

E se pararmos mais vezes para pensar sobre o que nos faz tremer, sobre aquilo que nos coloca o coração a mil à hora, sobre todas as coisas que nos fazem rir até doer a barriga? Sobre aquelas coisas que até te podem fazer sofrer e chorar mas que te vão tornar mais fortes. Que tal se nos colocarmos tão vulneráveis que acabamos por ser naturais? Naturais! Aquilo que devíamos ser a todo o instante. Que importa se no final magoa se o durante foi mágico?

Quero e vivo para momentos. Para o MOMENTO. Aquele que me permite crescer, sentir, cheirar, chorar, cair, levantar e continuar. Preciso disso a correr-me nas veias. Preciso de tudo isso e também de parar e pensar. Como me sinto? O que aprendi? O que levo daqui? Preciso de vida para me dar vida. Preciso de histórias e de pessoas, de momentos e de sorrisos.

Preciso de precisar. Preciso de acreditar que a vida é aquilo que eu fizer dela. O que farias agora se a decisão fosse só tua? Agarra isso e vai. Com ou sem medo, mas vai.

Texto de Marta Ramos do COA

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Coaching e Desenvolvimento Pessoal, Psicologia

A sua melhor versão – Exercício de 5 minutos

Tem por hábito parar para pensar sobre o tipo de pessoa que quer ser ou sobre como quer ser recordado(a)?

Infelizmente, a maioria das pessoas com quem me cruzo no dia-a-dia questionam-se sobre por que motivo não se sentem realizadas nem encontram o seu propósito na vida.

Os típicos exercícios de estabelecimento de objetivos ajudam a perspetivar as coisas que gostaria de conquistar, ter ou comprar no futuro – este que hoje lhe apresento vais mais longe e pode ajudar a compreender que pessoa gostaria de ser.

Demora apenas 5 minutos e as revelações que traz podem mudar a sua vida.

Aqui vamos nós…

1º PASSO – Imagine que está num funeral

Eu sei que pode parecer mórbido, mas quero que feche os olhos e imagine mesmo que está num funeral. Está cheio de pessoas da sua família e dos seus amigos. Toda a gente que você conheceu ao longo da sua vida.

À medida que vai olhando à volta apercebe-se de está no seu próprio funeral. Está a observar a cerimónia e os seus entes queridos estão prestes a dizer umas palavras a seu respeito.

Não estou a propor este desafio para que seja mórbido ou para o(a) fazer sentir-se mal. Estou a propô-lo por uma razão muito importante:

Quero que pare e pense sobre aquilo que as pessoas da sua vida têm a dizer sobre si, sobre a pessoa que é.

Um por um, observe-os a dizer perante toda a gente aquilo que admiravam em si. O que é que o(a) fazia ser especial? Que objetivos e sonhos conseguiu alcançar? De que forma mudou o mundo? De que formas marcou a vida de cada uma dessas pessoas?

O que é que quer que eles digam sobre si?

Tire uns minutos para pensar nisto. Se possível escreva esses pensamentos sobre o que gostaria de ouvir. Agora volte ao momento presente e pense seriamente sobre a forma como gostaria de ser recordado(a).

Agora pergunte-se: Está nesse caminho agora? Está a fazer todas as coisas que precisa para garantir que se torna nessa pessoa para o resto da sua vida?

Se não estiver – Porque não? O que é que precisa de mudar na sua vida para construir a melhor versão de si mesmo(a)?

2º PASSO – Responda a estas perguntas importantes:

Sem uma direção clara na sua vida, torna-se difícil fazer as mudanças que necessita e que gostaria de ver acontecer ou tornar-se na pessoa que sempre sonhou ser.

Então, peço-lhe que pegue em papel e caneta, pense realmente sobre as perguntas que lhe vou colocar e escreva as respostas.

No que diz respeito ao planeamento do seu futuro há algumas coisas que precisa realmente de considerar:

  • Quais eram os seus sonhos e desejos quando era novo(a)?
  • Os seus sonhos mudaram com o tempo, ou só disse a si próprio(a) que não valiam a pena?
  • Em que é que é realmente bom(boa)? O que é que lhe surge e faz com naturalidade e facilidade?
  • O que é que realmente o(a) entusiasma e lhe traz um sentimento de realização?
  • O que é que se iria arrepender de não fazer, ser ou ter na sua vida?

Bem sei que estas são questões desafiantes e de resposta difícil, mas o que aqui se pretende é ajudá-lo(a) a identificar o que é realmente importante para SI na SUA vida, porque quando descobre qual é a sua paixão e o seu propósito, o caminho para ser a pessoa que deseja ser torna-se muito mais simples de percorrer.

3º Passo – Plano & Ação

Para se tornar na pessoa que deseja ser, lembre-se que precisa de um plano e de o colocar em prática.

Em todos os dias desta semana gostaria que parasse um pouco para pensar profundamente sobre as respostas que escreveu e gostaria que todos os dias desenvolvesse pelo menos uma ação que o(a) coloca mais perto de se tornar a pessoa pela qual quer ser recordado(a).

Pode ser tão simples como arranjar tempo para um passatempo ou pode ser tão complexo como finalmente sentar-se para escrever o plano de negócios para aquele projeto que vai mudar vidas.

O importante é que comece a agir de acordo com aquilo que estabeleceu para si, criar movimento e começar a fazer a grande roda da vida girar no sentido certo para si.

Faça este exercício sempre que se sentir a duvidar do seu caminho, sempre que se sentir perdido(a) ou que se sentir confuso(a). Deverá ajudá-lo(a) a reencontrar-se e realinhar-se com a melhor versão de si próprio(a).

 

Texto de Cláudia da Silva Mousinho

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Coaching e Desenvolvimento Pessoal

Vulnerabilidade

A palavra por si só já é algo difícil de dizer.

Se há algo que tenho tentado entender é que a vulnerabilidade não é uma fraqueza. Muito pelo contrário, até acredito que seja um estado de coragem. Quantas vezes deste por ti a esconder aquilo que és, aquilo em que acreditas para que não te coloques num estado em que alguém possa magoar-te por ver aquilo que tu és? Quantas vezes fingiste ser algo que não és só para que continues a acreditar que há coisas das quais não és merecedor(a)?

Todos aqueles que tentam ser melhores têm obrigatoriamente de se confrontar com alguns medos. Medos que foram edificados pela nossa história de vida, por experiências que nos marcaram tanto que quando falamos sobre elas parece que voltamos ao momento e que de repente nos inundam de sentimentos que só queremos esquecer. Até mesmo medos que nos moldaram com exemplos que nos rodearam, porque os sentimos quase como se fossem nossos.

Sair deste estado e perceber que, independentemente daquilo porque passámos ou sentimos, continuamos a merecer o melhor da vida é uma tarefa complicada. Nenhum de nós é um exemplar perfeito de humano, até porque se o fossemos não estaríamos aqui a fazer grande coisa. Aceitar as nossas fraquezas é o primeiro passo para a mudança mas o mais trabalhoso é o que vem a seguir; Colocar isso a correr nas nossas veias. Dizeres baixinho e em segredo que MERECES. O que quer que seja.

Seja amaras-te ou aceitares que há quem possa gostar de ti exatamente por seres quem és, com todas as imperfeições inerentes. Que seja compreenderes que mereces ter tudo aquilo que acreditas que te vai fazer sentir ou ser melhor e que talvez nunca tenhas tido.

Deparo-me com muitas pessoas (eu inclusive) que conseguem dizer coisas tão acertadas e que por vezes a relação com elas mesmas é baseada em pensamentos e conversas interiores que ficaríamos chocados se víssemos alguém tratar assim alguém.

Gostava de te pedir para pensares sobre isto. Como te tens tratado? Quais são os pensamentos que tens sobre ti? O que dizes a ti mesmo que mereces?

Tudo leva o seu tempo a mudar, mas não fará sentido começarmos a ser mais pacientes e gentis connosco?

Como queremos que as coisas que mais desejamos venham até nós se nem mesmo nós acreditamos nelas?

Será que faz sentido ultra protegermo-nos para não cairmos em vez de cairmos para nos transformarmos? Eu acredito que sim.

Quando emanas a energia daquilo em que realmente acreditas, tudo vem até ti.

“É preciso coragem para ser imperfeito. Aceitar e abraçar as nossas fraquezas e amá-las. E deixar de lado a imagem da pessoa que devia ser, para aceitar a pessoa que realmente sou.”

 

Texto de Marta Pico do COA

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Coaching e Desenvolvimento Pessoal

“A única forma de te encontrares é perderes-te primeiro.”

Quando comecei o meu processo de desenvolvimento estava longe de pensar que ia fazer-me tão bem ou que ia transformar-me tanto. Quando decidi que queria fazer mais por mim nem estava bem consciente das mudanças maravilhosas que viriam com isso. A frase que dá título a este meu primeiro texto sempre me marcou muito e hoje em dia entendo-a ainda melhor.

No início é duro. Não posso iludir-vos. Mas temos de perceber que a mudança implica remexer em algumas feridas. Implica reaprender, reanalisar, resignificar, “re-re-re” muita coisa. Muitas delas já nem nos lembramos que estão dentro de nós.

O que mais aprendi foi que ter um muro à nossa frente, não traz nada de positivo. Mas acreditamos tanto que com ele nos protegemos de tudo o que existe de mau que ele acaba por ficar cada vez maior.

Agora gostava de te perguntar…desde quando é que é agradável esconder o quanto de bom existe em nós só porque nos podemos eventualmente magoar? As emoções são o que dá alento e cor à vida. Não interessa se são “boas” ou “menos boas”, interessa que mudes o teu olhar sobre elas. Uma vez que o faças, entendes que aquelas menos boas te ensinam muito. Entendes que sem elas nem desfrutas das boas, porque já não tens termo de comparação.

Deixa que o mundo te surpreenda, deixa que a vida te vá levando. E deixares-te levar, não é ficares parado no tempo. É viveres uma vida da qual tiras o melhor proveito. É descobrires-te a cada momento. É acreditares e confiares que aconteça o que acontecer, vais conseguir sempre ver os ensinamentos que podes tirar de tudo o que te acontece.

Não sou demasiado optimista! Sou é demasiado apaixonada pela vida. Vida que me foi concedida para que tire dela e do que me rodeia, o melhor que existe. Estou longe de saber tudo e, no entanto, cada vez mais perto de me encontrar. Quando te valorizas, quando te conheces, descobres qual é o teu propósito. Compreendes que todos temos algo a acrescentar e que (auto)-conhecimento não tem fim. E que bom!

Disse-me uma vez uma pessoa muito sábia que tinha de fazer dos meus buracos um trampolim. Que posso cair, na certeza que voltarei mais forte. Que ter emoções e vivê-las faz parte, vejam bem! Acreditei e confiei de tal forma que hoje sei que o meu propósito é ajudar pessoas a entenderem o mesmo. Aceitar que podes ser o que quiseres é no mínimo assustador, eu sei! Porque aí a responsabilidade aumenta. Aí vais ter mesmo que andar para a frente e sair da zona confortável, de te vitimizares e culpares o mundo por algo que é TUA responsabilidade – seres a tua melhor versão.

Sempre foi mais fácil fazer conversa fiada, reclamar da vida e colocar as culpas em alguém. Sei tão bem! Já lá estive e nesse campo, acreditem, era uma expert. Hoje em dia comprometo-me a responsabilizar-me 100% pela minha vida. Sem desculpas nem muros.

Viver é uma bênção e quero ser um orgulho para mim. Quero partilhar aquilo que sou e quero aprender mais e mais. Cada pessoa que se cruza no meu caminho não aparece por acaso. Por isso mantenho-me alerta para o que posso aprender em cada situação.

Espero que a cada dia te descubras um pouco mais, te apaixones um pouco mais, abraces e sorrias um pouco mais. Apaixona-te pela vida todos os dias e diz-lhe tantas e quantas vezes forem necessárias o quanto és apaixonado por ela. Porque querendo ou não, a vida é como os votos de casamento, para o bem e para o mal. E com o bem (quase) todos sabemos lidar.

Texto de Marta Pico do COA

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