Apresentação

Parceiros – PauloJLopes Fotografia

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É com um olhar treinado, o timing perfeito nas mãos e o material certo que o Paulo Lopes nos presenteia com fotografias incríveis daquele que pode ser o dia mais feliz das vossas vidas, o vosso recém-nascido, a vossa despedida de solteira, a vossa sessão de namoro ou trash the dress, e por aí fora porque no que toca à criatividade é exímio.

De trato simples, profissional e acessível, é fácil chegar à fala com ele e encontrar um estilo que vos identifique, sendo certo que nenhuma reunião passa sem umas boas gargalhadas. Se forem clientes mais conservadores, não se preocupem! Da mesma forma que o Paulo e a sua equipa se adaptam a uma noiva que quer casar de ténis e não gosta de fotografias típicas, também se adaptam a um estilo mais conservador recorrendo aos vários anos de experiência em fotografia e relações humanas.

Para os mais tímidos também há solução, conseguindo deixar à vontade os mais envergonhados e arrancando-lhe sorrisos genuínos pautados por timidez, o que faz das imagens captadas representações quase perfeitas de naturalidade.

Há dois anos viu realizado o seu sonho de inaugurar o seu estúdio, onde todo aquele que o visitar se sente em casa e tem atendimento personalizado.

Fazendo-se rodear de uma equipa de excelência, garante que as fotografias e/ou vídeos captados vos falam ao coração, guardam as memórias essenciais e vos levam diretamente de volta ao momento que viveram. As fotografias são botões de memória diretos que nos reavivam as sensações, os cheiros e as emoções e nos transportam para os momentos mais felizes. Difícil vai ser escolher!

Se quiserem conhecer mais o trabalho do Paulo Lopes podem segui-lo no Facebook ou visitar o seu Site Oficial:

https://www.facebook.com/paulojlopesfotografiaavberna/

http://paulojlopes.net/site/#/home

 

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Palavras e Fotografia

Devagar

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Falava-te da ternura que nos envolve, como quem se deixa abraçar, e tu explicavas e sorrias-me que a vida era isto! A nossa vida era mesmo isto!
Então falei-te das minhas marés desfeitas, das sombras dos meus sapatos gastos…
Falei-te do vento, da chuva sem sol,
das nuvens que nos carregam os fracassos,
Enquanto me afagavas o cabelo e dizias que a vida era isto! A nossa vida era mesmo isto!
Falei-te do toque sem pele, do toque na alma
Das noites que se estendem pela madrugada silenciosa, crua e nua..
dos meus dias cinzentos, quase negros
E tu, num abraço contínuo,
Adormeceste-me a alma devagar.
De-va-gar

Texto de Joana Almeida

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Palavras e Fotografia

ECO

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Tenho as palavras a ecoar no horizonte
como uma carta que é escrita por dentro, pela alma.
Não adianta gastar tudo num beijo,
Nem cobrir as manhãs de amor
Há um tempo que (sempre) pára em mim
Um filme a preto e branco que não termina, não tem fim.
Um minuto que se suspende no brilho dos (teus) olhos
Tem uma ponta de silêncio que (me) incomoda
Incrivelmente escondida na brisa que o vento faz.
Texto de Joana Almeida
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Palavras e Fotografia

À minha querida Marta.

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A vida ensinou-me que há muitas formas de se estar presente.

Quando a doce lembrança do teu sorriso nos cerca a memória logo pela manhã, é sinal que estás por perto. Quando aquela música que passa na radio me lembra de ti, eu fecho os olhos e vejo-te sorrir e sei que estás por perto.

Desculpa… hoje não te faço um bolo de fubá para comemorar o teu dia, mas desenho-te junto a mim.

Feliz aniversário à Dra. mais querida deste mundo e do outro!

 

 

Texto e desenho de Joana Almeida

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Palavras e Fotografia

Pinhal do Rei

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O Pinhal de Leiria era um dos sítios mais bonitos que já conheci. Nos últimos 7 anos da minha vida foi casa de bons momentos, foi canto de boas memórias, foi terapia, foi amor… O Pinhal de Leiria apaixonava cada um que o visitasse. Era impossível ser-lhe indiferente. Agora são cinzas! Cinzas carregadas de Histórias e de estórias… É de coração apertado que piso aquele chão. Desolador é a palavras que me ocorre.

Do que antes era verde sobram cinzas, do que antes era o cheiro dos pinheiros e eucaliptos sobra o cheiro a queimado. As folhas que sobraram teimam em cair, agora numa cama de cinzas e natureza morta.

Ainda há verde, ainda há pequenos recantos de esperança. Mas a dimensão de escuridão é tão avassaladora que não parece haver esperança que chegue.

Foto e Texto de Nuance Fotografia by Cláudia da Silva Mousinho